20 fevereiro, 2011

Deixa chover.

Reconfortante, o fazer de conta.
Assim como as vidraças acompanhadas pelas lágrimas,
Vindas do alto…
Enfim.
Aliviam, aconchegam.
Alimentam a alma?
Até um dia.

Talvez…

Escondido num olhar obtuso,

Aproveita o sinal,
Mesmo sendo ambíguo.
Pára o tempo, derrete esse vidro gelado.
Mente ao medo, mente à vida.
Muda de nome,
Desliga, foge.
Pesado? Mas apaga…

Em branco,

Desenha tu a primeira linha,
O Princípio.
Precisas de mais?
Se calhar, um pouco de luz bastava.

Resta-te a felicidade.
Ilusória? Tu sabes…
Sem inicio, com fim.

Um brinde.




Um comentário:

catarina sousa disse...

gostei muito.. espero que a tua felicidade nao seja ilusoria.
mereces melhor que isso, bjinho.